@2017 Confederação Brasileira de Muaythai Tradicional

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Quem manda no Mundo?

January 16, 2018

O muaythai feminino tornou-se em muitos países, tão popular quanto na classe masculina. No segmento de fitness e autodefesa, podemos dizer que agora é mais popular entre as mulheres do que entre os homens. A IFMA seguiu uma rígida política de desenvolvimento da igualdade de gênero e na família muaythai, a discriminação de qualquer tipo não tem lugar.

 

Ao longo dos anos, a IFMA desenvolveu e monitorou a participação em países onde as mulheres são socialmente limitadas. Foram formadas alianças estreitas com organizações como UNWomen, uma vez que a IFMA acredita que a colaboração e o uso de recursos e conhecimentos compartilhados por outros só podem ser benéficos para alcançar seus objetivos de desenvolvimento.

A IFMA tem orgulho de que países como o Afeganistão e o Irã, por exemplo, enviem equipes femininas cheias, atletas e funcionários, para os eventos internacionais da IFMA. Também mostrando a confiança e o respeito que a IFMA tem nesses países respectivos.

Na Tailândia, a pátria do esporte durante anos muaythai feminino foi tabu, o presidente de horna da IFMA, Chetta Thanajaro,afirmou que lembra de 1995 quando o estádio Rangsit sob a sanção de WMC e IFMA organizou as primeiras lutas do estádio onde as mulheres lutaram na mesma arena e soam como os homens, que na época inflamaram muita oposição. Hoje, e graças aos esforços do corpo mundial, todos os principais promotores promovem o muaythai das mulheres igualmente para os homens.


A ex-campeã mundial e agora a vice-presidente da IFMA, Sue Glassey, disse: "Como ex-lutadora, entendi as dificuldades enfrentadas pelas mulheres combatentes há duas décadas. Hoje, não há mais diferença. Duas dos cinco presidentes continentais da IFMA são mulheres e 35% do comitê executivo são mulheres. Este é o nosso tempo, e a IFMA continuará como uma família para permanecerem juntos por não discriminação e igualdade de gênero ".

 

No Brasil, os esforços para a igualdade das mulheres no Muaythai tem desenvolvido grandemente, lembrando fatos históricos, o brasil despontou com a primeira mulher a ser eleita presidente de uma Confederação de lutas, Ingrid Jost, que também deixou sua marca na história do Muaythai, sendo a primeira mulher no continente americano a participar como árbitro de muaythai no SportAccord 2010, beijing, China. Além disto, Ingrid também foi convidada para arbitrar campenatos como o Asian Games, que é exclusivo para o continente asiatico, se tornando a única mulher ocidental a representar a arbitragem nesta modalidade.

 

 

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